
Ontem, escrevi nos stories sobre as mudanças internas e externas que estou começando a fazer em mim…
Decidi deixar extravasar a arte que existe em mim. Externamente. Falar sobre música, falar sobre cinema, séries, artes gerais… Principalmente a música.
Decidi que vou começar a abandonar as convicções sobre antigas amizades que já não me servem mais, não porque eu não quis, mas porque elas escolheram não me querer mais. Por muito tempo fui conivente com o silêncio das pessoas comigo,com só eu procurar, por só eu querer marcar algo… Agora tenho feito a limpa. Estou em paz…
Estou convencido de que a arte, a família e os amigos salvam. Mas tudo tem que estar nas engrenagens, azeitado e funcional.
Não quero ver o futuro repetir o passado, então tenho sido bastante criterioso sobre quem vai seguir comigo nessa jornada.
Abdiquei dia relacionamentos amorosos. Por trauma mesmo. Não quero mais ser machucado por gente que não sabe o que é amar, gente que abandona, febre que diz eu te amo como se estivesse pedindo um copo d’água sem estar com sede.
Mais paz.
Estou feliz no meu trabalho. Às vezes, é difícil, mas em 99% do tempo é ótimo.
Então… São 3 nortes. As artes, a família e os amigos. É nisso que me apego.
E Deus, Rodrigo?
Deus é a ação, o norte, o hors coucours. Ter deus na vida é como respirar. Você nem sempre percebe que está funcionando, mas é só pensar nele que ele aparece. Deus é fora de elenco, é o diretor.
Vamos ver se dará certo essa nova etapa. Conto com apoio de quem ficar.
