
O cristianismo traz uma ideia revolucionária de Jesus: AMAR!
Basicamente, amar a Deus de todo o coração e aí próximo como a si mesmo. Três amores, uma ideia, revolução!
Num mundo cheio de regras, os mandamentos se resumem no amor. E isso faz toda a diferença. Como ter preconceito se eu devo amar ao meu próximo. Como odiar se devo amar ao meu inimigo. Como deixar de amar se tenho fé em Deus?
O judaísmo da época era recheado de regras. Mais de 600, 700, não me lembro. Continua assim. Aí inventaram o cristianismo e, aos poucos, foram matando a ideia do amor, sufocando o ato de amar com legalismo, regras e mais regras, culpa e dor.
Outras religiões fizeram o mesmo. Pra ser aceito numa religião, temos que seguir um livro patético de regras atrasadoras de vida. Não basta mais amar a Deus, a si mesmo e ao próximo na mesma medida. É preciso “provar” isso com ações oriundas de regras.
E olha que não sou contra existirem regras. Elas moldam as coisas. Mas se elas sufocam o motivo da fé, o resumo dos mandamentos, algo de errado não está certo.
Jesus foi revolucionário ao tratar o amor como causa máxima do viver. E mais, viver em abundância, ou como diria o pregador em Eclesiastes, da melhor maneira possível.
Imaginem todas as pessoas vivendo em paz, dizia John há alguns anos. Amor gera paz. Amor constrói pontes. Amor quebra barreiras.
Amar e mudar as coisas me interessa mais. Mais do que regras, culpa e dor.
Amar virou utopia.
E eu adoro utopias.
